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Com uma posição de grande relevo no fabrico de telhas cerâmicas e acessórios para revestimento de coberturas e fachadas, a CS tem hoje uma capacidade produtiva anual de 57 milhões de unidades, é líder de mercado em Portugal e uma forte referência internacional, estando presente em mais de 30 países.
 
Perfil
A história de sucesso da CS é resultado de um património humano e empresarial, sempre valorizado e capitalizado.

Fundada em 1927, a CS é detentora de um sólido passado consagrado à produção e aperfeiçoamento da telha e acessórios, prosseguindo uma estratégia de qualidade e inovação, aposta forte da empresa desde os seus primeiros passos. Atualmente, a CS prossegue a sua atividade como empresa familiar, de capitais inteiramente familiares.
História
José Coelho da Silva inicia a história da CS com o fabrico artesanal da telha de canudo. Ao longo dos anos, as gerações seguintes souberam desenvolver uma cultura de inovação, modernização e empreendedorismo, concretizada através de sucessivas evoluções tecnológicas e de capacidade produtiva que lhe permitiram assumir uma postura de liderança no sector.

Desde cedo, a CS tem praticado uma gestão profissional, de otimização de recursos, dotando as suas fábricas da mais moderna tecnologia e definindo linhas de orientação estratégica que permitem oferecer ao mercado soluções integrais de coberturas cerâmicas, que vão muito para além do convencional conceito de fabricante de telhas.
  • José Coelho da Silva recebe o alvará para “explorar um forno de cozer telha” em Albergaria, Juncal, onde ainda hoje se situam as instalações da empresa.

  • João Lopes Coelho da Silva, filho do fundador, herda a empresa, alterando a designação social para o seu nome. A par de telha de canudo, até então o único produto fabricado, é introduzido o fabrico de telha marselha, utilizando prensas manuais.

  • Primeira grande expansão das instalações, com a criação de uma unidade completa mais tarde designada por Fábrica 1, onde se inicia a produção do modelo tradicional da telha lusa. É neste edifício, totalmente recuperado, que actualmente estão os serviços administrativos e comerciais da empresa.

  • Expansão da Fábrica 1, onde é instalado um forno Hoffman de grandes dimensões.

  • Alteração da denominação social da empresa para J. Coelho da Silva, Lda. sendo a totalidade do capital social de João Lopes Coelho da Silva.

  • A terceira geração assume a gestão da empresa. É construída a segunda unidade de produção, a Fábrica 2, já automatizada e destinada ao fabrico de um novo modelo de telha lusa, sob a marca F2. Na sequência do segundo choque petrolífero, é instalada uma preparação de combustíveis sólidos, para alimentar o forno túnel da Fábrica 2, projecto totalmente inovador na época.

  • É construída a primeira fase da terceira unidade de produção, a Fábrica 3, completamente automatizada e de multiprodutos, para o fabrico de telhas e acessórios. Inicia-se a produção do modelo de telha lusa, sob a marca F3.

  • João Lopes Coelho da Silva é condecorado com o grau de Comendador da Ordem de Mérito Industrial.

  • É construída a segunda fase da Fábrica 3, possibilitando a engobagem das telhas e a produção com pastas diferenciadas.

  • É construída uma nova unidade de preparação de pastas, considerada então a mais moderna da Península Ibérica, com uma capacidade inicial de 180.000 toneladas por ano. É introduzido gás natural em todas as unidades fabris e instalada uma central de co-geração.

  • É construída a quarta unidade de produção, a Fábrica 4. Esta unidade, com possibilidade de produzir telhas e acessórios em cores e pastas diferentes, introduz na empresa o sistema de prensagem a gesso e a cozedura em gazetas “H” num forno de tecnologia hydrocasing.
    Inicia-se a produção de uma nova telha lusa, de qualidade Premium, sob a marca TECNO.
    A empresa adota um novo logótipo, passando a comunicar através das iniciais “CS”.

  • Inicia-se a produção do modelo de telha marselha, de qualidade Premium, sob a marca DOMUS.

  • Inicia-se a expansão da rede comercial da CS para os mercados externos.

  • É produzido o primeiro modelo de telha inteiramente plana na Península Ibérica, de qualidade Premium, sob a marca PLASMA.
    A CS lança o conceito CS Fachadas, estendendo a utilização da gama Plasma para as paredes, com a criação de acessórios que garantem uma fachada ventilada revestida com telha cerâmica.

  • É criado o WIP–Work in Progress, centro de formação para clientes, prescritores, aplicadores e estudantes das áreas de construção civil e arquitectura.

  • É alterada a denominação social da empresa para CS – Coelho da Silva, S.A., continuando a totalidade do capital social detida pela família Coelho da Silva.
    É remodelada a linha de produção da Fábrica 4, aumentando a sua flexibilidade e a sua capacidade produtiva.
    Inicia-se a produção de um novo modelo de telha lusa sob a marca comercial F3+.

  • É remodelada a linha de produção da Fábrica 3, aumentando a sua flexibilidade e a sua capacidade produtiva.
    É criada a marca CS SOLAR, corporizando o compromisso em submeter a atuação da empresa ao interesse social de um desenvolvimento sustentável.

  • É lançado o conceito CS Reabilitação, com soluções vocacionadas para renovação de coberturas: novo modelo de telha marselha, sob a marca D3+, telha canudo, telha de mansarda, e beirado 65.

  • É concluída a 1ª fase da Fábrica 5, uma nova unidade de produção de produtos de gama Premium, utilizando a tecnologia mais avançada ao nível do processo, flexibilidade e racionalização dos custos energéticos. 
    São apresentados efeitos texturados no modelo Plasma, introduzindo o conceito de design contemporâneo nas telhas.

  • Inicia-se a produção de um novo modelo de telha lusa de qualidade Premium, sob a marca F5, sobretudo vocacionado para os mercados internacionais.

Cultura

A cultura da empresa assenta em pilares fundamentais, como o valor humano, a preocupação ambiental, a inovação e Know how, a responsabilidade social e a criação de valor.

 

Valor Humano

A CS considera as pessoas o melhor património da empresa, guiando-se por princípios de atuação baseados na excelência e respeito pelos valores humanos. Por este motivo, fomenta o trabalho em equipa e procede à valorização profissional dos seus colaboradores. A segurança das pessoas em todas as atividades é uma prioridade absoluta.

Responsabilidade Social

Empenhada em contribuir ativamente na comunidade em que se insere, a CS privilegia oportunidades de emprego na população local e aposta na promoção e no desenvolvimento de iniciativas de cariz social junto das populações, grupos carenciados ou de risco, bem como em projetos de valorização do património histórico, apoiando organizações que desenvolvam as suas atividades na área educacional e humanitária, numa atitude de cooperação com a sociedade, suportada por valores e princípios éticos, de justiça e de respeito.

Criação de valor

A CS está orientada para o futuro, através da procura de um crescimento sustentado da empresa, participando em projetos inovadores e associando-se a parceiros com quem partilha uma visão de criação de valor a longo prazo, assegurando a sua longevidade.

Inovação e Know How

​Atenta às tendências do setor, a CS investe regularmente em tecnologia e processos inovadores, utilizando o know how adquirido ao longo de mais de oito décadas, refletindo através da sua oferta de produtos e serviços uma forte interação com o mercado, com reais vantagens para os seus clientes.

Preocupação Ambiental

A empresa concede importância máxima à redução do impacto ambiental provocado pela sua atividade, privilegiando em todas as fases de fabrico processos menos poluentes e que proporcionem reduções significativas no consumo energético, acreditando que o exemplo é o melhor veículo para sedimentar no mercado o conceito de sustentabilidade.